Men of War: Assault Squad: Entrevista Exclusiva
12/02/2011, em Especiais , por Vitor Braz
A série Men of War não é verdadeiramente conhecida a nível mundial, mas os fãs de estratégia em tempo real sabem que este é um nome associado a qualidade. A segunda expansão está a ser desenvolvida pela Digitalmindsoft e tem lançamento para muito em breve, com distribuição da PlayGames pelo nosso país.
Aproveitámos a oportunidade para colocar algumas questões a Chris Kramer, Project Lead de Assault Squad.
Pode apresentar-se aos nossos leitores e dizer qual o seu papel em Men of War: Assault Squad?
O meu nome é Chris Kramer, Managing Director da Digitalmindsoft e Project Lead em Men of War: Assault Squad.
Qual o tamanho da equipa a trabalhar em Assault Squad, e há quanto tempo dura o desenvolvimento?
O jogo está em desenvolvimento desde Julho de 2009 e cerca de 20 pessoas trabalharam neste projecto.
O foco desta nova expansão stand-alone parece ser o multiplayer co-op e o modo skirmish. O que nos pode dizer sobre eles?
O skirmish é um design baseado em missões tanto a solo como cooperativas, onde lutas contra a IA pelo domínio de zonas estratégicas, que fornecem recursos assim como acesso a novos veículos. O desafio reside em teres liberdade de escolha e jogabilidade semelhante ao multiplayer, tal como a acção do modo solo pela qual a série é reconhecida. O multiplayer foi completamente revisto desde Men of War e oferece cinco nações para combater em skirmish e multiplayer (EUA, Alemanha, União Soviética, Japão e Commonwealth). Podes jogar em quatro modos diferentes online e em LAN, em mais de 35 mapas multiplayer e com mais de 200 armas e veículos disponíveis. Para além disso, cada facção conta com nove unidades especiais que oferecem mais possibilidades estratégicas durante o jogo.
No geral, a experiência multiplayer está melhor planeada e com maior facilidade de acesso.
Que melhorias (gráficos, interface, etc.) introduziram em Assault Squad?
Todo o aspecto e apresentação do jogo foram mudados. Fizemos um enorme esforço para dar ao jogo um semblante muito mais polido e toda a beleza que os jogadores esperam. O campo de visão foi alargado, a iluminação e as cores foram ajustadas, os shaders melhorados e novos veículos em alta resolução adicionados. Penso que as mudanças são óbvias para alguém que já tenha jogado Men of War.
Acha que a série Men of War ainda não é tão conhecida como poderia ser, dados os elogios que tem recebido de críticos e jogadores?
Decididamente, isso é algo que tem de ser alterado com Men of War: Assault Squad.
Conseguiram introduzir em Assault Squad todas as ideias que tinham em mente?
Integrámos no jogo mais do que aquilo que tínhamos planeado, e ainda investimos muito mais recursos e energia do que aquilo que necessitávamos. Fizemo-lo porque acreditamos no potencial de Men of War: Assault Squad. Claro, nem todas as ideias foram implementadas, especialmente se considerarmos a complexidade do jogo. No entanto, estão previstos DLC e patches gratuitos, por isso existem muitas oportunidades para alterar isso.
Men of War: Vietnam já se encontra em desenvolvimento pela 1C. Acham que Men of War ainda tem capacidade para suportar mais expansões, ou uma verdadeira sequela está a ser considerada?
Pessoalmente penso que Men of War: Assault Squad força em muito os limites da série e das mecânicas de jogo actuais. Os futuros DLC e patches vão usar tudo o que as mecânicas de jogo e o motor podem oferecer, e após isso uma verdadeira sequela irá ser ponderada.
Jornalista que foi um dos fundadores do portal PTGamers (Março de 1999) e o qual elevou ao estatuto de melhor portal nacional de videojogos. Ao longo de mais de uma década acompanhou de perto a indústria dos videojogos. Fundador do portal PlanetaJogos.pt, que pretende ser uma nova referência no seu campo.















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12 Fev 2011, 12:43 pm
Interessante penso que vai sair daí um bom jogo